Cada vez mais comum...
Você encontra goblins saqueando uma vila e alguém lembra que “eles também têm sua própria cultura”.
Depois aparecem os mortos-vivos e, aparentemente, até eles têm seus motivos, seus traumas e um ciclo de existência que merece ser compreendido.
Então você atravessa uma dimensão proibida, encontra uma entidade cósmica que existe há bilhões de anos, contempla horrores que nenhum cérebro humano deveria compreender...
E ainda tem alguém no grupo disposto a dizer:
“Talvez eles não sejam maus.”
Existe um momento em que tentar enxergar o outro lado deixa de ser empatia e começa a ser uma desculpa para não admitir que algumas coisas realmente querem destruir você!